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O bombeiro, depois de um dia exaustivo de trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas, chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. A mulher, que estava no quarto, gritou: -Não, João Carlos, não acendas a luz que eu estou a morrer de dor de cabeça. E antes de que ele pudesse dar mais um passo, ela gritou ainda mais: -Pelo amor de Deus, não acendas a luz, que tou com uma enxaqueca das grandes! Ele tirou a roupa mesmo às escuras , enquanto a mulher gemia e gritava: - Não acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda piora! E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a vestir-se , no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que estava de serviço. O farmacêutico, que via o homem passando por ali, reconheceu-o e disse: -Oiça, o senhor não é bombeiro? -Sou... -E o que é que está a fazer com essa roupa de guarda-noturno?
O marido durão chega em casa do trabalho e encontra a mulher aos prantos: _ Osvaldo, a nossa empregada... _ Isso é problema seu! _ Ela... ela está grávida! _ Isso é problema dela! _ E ela disse que o filho é seu! _ Isso é problema meu!
Um homenzinho chega a casa e avisa a mulher para fazer o jantar mais cedo, para tomar banho, para se perfumar, pôr-se toda jeitosa e ir para a cama e que esperasse lá por ele que ele tinha visto uma coisa num filme que era capaz de ser engraçada experimentarem. A mulher ficou curiosa e perguntou-lhe que raio de coisa era aquela que ele tinha visto no filme. E ele lá lhe explicou que tinham de arrastar a cama para a frente da porta do quarto, que ela tinha de estar muito quietinha lá na cama à espera dele porque ele ia vir a correr desde a ponta do corredor, saltar por cima da cama e depois que lá se iam ajeitar para fazerem aquilo ... Ela concordou ... Comeram, ela lavou-se, penteou-se, perfumou-se e foi deitar-se. Ele foi para o fundo do corredor todo armado em atleta, ia a chegar à porta do quarto, mesmo quando ele se estava a preparar para saltar atravessa-se-lhe o gato à frente. Coitado do homem nunca tinha dado um trambolhão tão grande, manda uma cabeçada no fundo da cama e fica ali a gemer como um perdido : - Ai ai ai ai ! Vira-se a mulher muito má para ele : - Ouve lá! Mas afinal que raio de f.... é esta que só tu é que sentes ?
Existia um casal, cujo casamento se encontrava numa situação nada famosa. Grande parte dos seus desentendimentos era devido a questões sexuais. Quais eram estas questões? O marido gostava, quando tinha relações com a mulher, de a chamar Brigitte Bardot, coisa que ela detestava. A outra questão, era a de o marido lhe querer ir ao cu, coisa que ela não deixava. E assim corria a vida deles, cada vez pior. A mulher, que por sinal até gostava do marido, decidiu-se a fazer algo para salvar o casamento. Assim, um dia de manhã, foi a um salão de tatuagens, e, explicando a história ao tatuador, pediu-lhe para ele lhe tatuar um B em cada bochecha do rabo, para o marido pensar na Brigitte Bardot. Feito isto foi para casa. Ao fim da tarde, quando o marido chegou do trabalho, a mulher falou com ele: - "Querido," - disse ela - "vamos para o quarto que tenho uma surpresa para ti.". E assim foram. Entraram no quarto, a mulher disse para ele se despir, apagou a luz, despiu-se e disse-lhe para ele lhe ir ao cu à vontade. O marido ficou radiante, e esteve doze horas naquela lufa lufa, a ir-lhe ao cu. Quando finalmente não aguentava mais, a mulher virou-se para ele e disse: - "Sabes, querido, ainda tenho mais uma surpresa..." - "Mais uma surpresa ?!? Não sei se vou aguentar..." A mulher levantou-se da cama, acendeu a luz e virou o cu para ele. - "Então, querido, o que achas?" Ao que o marido responde: - "BOB ?!? quem é o BOB?!?"
A rapariga tinha casamento marcado, e o burro do noivo jurava a pés juntos que ela era virgem, mas claro que ela não era. Nervosa, ela pede conselhos à sua mãe : - Mãe... o que é que eu faço ? O Astolfo pensa que eu sou virgem, e se ele descobre que eu não sou pode querer anular o casamento! - Filha, olha, faz como eu fiz ao teu pai: Antes do momento X vais à casa de banho e dissolves umas pedras hume-hume num copo com água, passas a água na coisa e pronto, vais ficar toda apertadinha e ele vai acreditar, já que ele é mesmo burro. Dito e feito, na hora do vamos-ver, a rapariga pôs as pedras num copo com água e deixou-o na casa de banho enquanto dissolvia. A rapariga já estava na cama e o Astolfo foi à casa de banho e foi então que ela se lembrou do copo. - Querido, não viste um copo com água que eu deixei na casa de banho ? - Viff sifmf quefridifnhaf.
Na noite de casamento ela para ele que se mostrava um pouco desinteressado: - Olha querido,sabes,na noite de casamento, normalmente é suposto os noivos fazerem... - Fazer o quê? - Sabes, aquilo!... - Aquilo o quê? - Aquilo que vês os cãezinhos fazer na rua... - Porra! Não me digas que vou ter de andar toda a noite a mijar contra a parede!
Foi um casal para a sua lua-de-mel, mas o noivo desconhecia por completo o que teria que "fazer". Já no quarto, o noivo, muito nervoso, telefona para o seu pai. O pai, já a par da história diz ao filho: - Calma, presta atenção ao que eu te vou dizer: primeiro tira a tua roupa -e ele tirou; agora tira a roupa dela -e ele tirou; deita-a na cama -e ele deitou; apaga a luz -e ele apagou; e agora atenção, isto é o mais importante, ..., atira-te para cima dela! Ele atirou-se e deu uma valente cabeçada na mesinha de cabeceira. Pegou novamente no telefone e disse: - Ai, ..., ai, e agora? - Agora continua! - disse o pai. E ele, agora confiante, continuou a dar valentes cabeçadas na mesinha de cabeceira!...
Estava um casal a praticar o sexo oral. Ele: - Hmmmm, ai....Chupa...Chupa_Hmmmm...Chupa...PÁRA!!!!!! SOPRA!... SOPRA! - Que foi? - Sopra porra! Tá o lençol a subir-me pelo cu acima!
Um casal que estava um pouco mal de finanças estava a discutir. - Se você soubesse cozinhar, podíamos dispensar a cozinheira e já era algum que se poupava! - E se você soubesse fo_ podíamos dispensar o jardineiro!
Chega a mãe a casa e, ao ver a filha toda nua diz-lhe: - Oh minha filha! O que é isso? Toda nua? Responde-lhe a filha: - Não mãezinha, eu estou vestida para o amor! A mulher lá resolve fazer o mesmo para o marido. Ele bate à porta, ela abre toda nua e ele diz-lhe: - Oh Maria, o que é isso? Isso lá é jeito de vir à porta. - Oh querido, eu não estou nua, estou vestida para o amor! - diz - lhe a mulher. - E olha lá, não podias ter passado isso a ferro!
Na lua de mel diz o noivo para a noiva: - Querida, tenho um segredo para te contar. É que eu sou daltónico! - Querido, - diz a noiva - também tenho um segredo para te contar. É que eu não sou sueca, sou cabo-verdiana!
Um índio estava noivo de uma mulher de raça branca. O pai da noiva, que era contra o noivado, diz ao índio: - Índio, para casar com minha filha, tem que ter piroca de 2 metros. Responde o índio: - Não faz mal! Índio corta!
Uma rapariga nova casou-se com um senhor já com uma certa idade. Ao fim de um certo tempo de casada, a rapariga foi ao médico e pediu-lhe para passar qualquer tratamento para o marido, já que este chegava muito cansado a casa, deitava-se e dormia. Disse então o médico: - Olha, levas estas gotas. Pões na sopa do teu marido e ele fica curado. Chegou a casa e disse à criada: - Pões três pingos disto na sopa do patrão, mas não dizes nada! Na hora do jantar diz a senhora para a criada: - Maria, serve a sopa! A criada foi para e cozinha. Nisto a senhora ouve a criada a rir. Diz ela então: - Maria, serve a sopa! E quanto mais a senhora chamava, mais a criada ria. A senhora vai então à cozinha e pergunta: - O que é que se passa Maria? - Sabe o que é senhora? - diz a criada - Cada pingo que eu ponho na sopa, o esparguete põe-se de pé!
A seguir à noite de núpcias: - Ó filho, essa coisa que tens aí é a mesma que usaste ontem à noite? - É sim, amor! - Ó pá, gastou-se tanto!...
Numa convenção sobre a sexualidade, o orador faz esta pergunta ao público: - Quem é que daqui, faz amor todos os dias? Várias vozes se fizeram ouvir: - Eu! Eu! Eu!... De seguida, continua o orador: - Quem é que daqui, faz amor uma vez por semana? Algumas vozes responderam: - Eu!... Eu!... Eu!... - E quem é que daqui, faz sexo uma vez por mês? - Eu!... Eu!... E quem é que daqui, faz amor uma vez por ano? Ninguém respondia. Nisto surge um homem lá do fundo que gritava todo contente: - Eu! Eu faço amor uma vez por ano! Eu!... Diz-lhe então o orador: - Então o senhor faz amor uma vez por ano e está todo contente? - É que calha hoje!... - responde o homem.
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